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Visão geral

Preparar Brasil

Guia do destino

Última atualização: 15 de junho de 2026

O gigante da lusofonia — do Rio à Amazónia, de Salvador a São Paulo. Praia, floresta, samba e uma energia que contagia. E fala a tua língua (à brasileira). Aqui está o essencial para entrar e mover-te, verificado.

Essenciais de viagem

Os cidadãos da UE (Portugal, Espanha, França, etc.) e do Reino Unido entram sem visto para turismo até 90 dias, prorrogáveis por mais 90 dentro de um ano. O Brasil reintroduziu um visto eletrónico apenas para cidadãos dos EUA, Canadá e Austrália (desde 2025), por reciprocidade — isto não afeta a França nem os restantes países da UE. Os passaportes de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Nigéria, Gana e Senegal precisam de visto para entrar no Brasil; o estatuto de Angola deve ser confirmado no consulado. A vacina da febre-amarela é fortemente recomendada (ver Saúde). Confirma sempre na fonte oficial.

PassaporteRegra de entrada
Portugal · Espanha · França · Reino Unido · UEIsento de visto (turismo)
Cabo Verde · Guiné-Bissau · Nigéria · Gana · SenegalVisto necessário (turismo)
AngolaA confirmar no consulado brasileiro (estatuto incerto)

⚠️ Regras de fronteira mudam sem aviso. Confirma sempre na fonte oficial (consulado, migração, travel.state.gov, gov.uk, Portal das Comunidades) antes de viajar.

Saúde

A febre-amarela não é exigida para entrar a partir da Europa, mas é fortemente recomendada: as autoridades de saúde aconselham a vacina para quase todo o Brasil, exceto as cidades de Fortaleza e Recife. Toma-a pelo menos 10 dias antes de viajar. Atenção: se seguires do Brasil para outro país (por exemplo, em África), poderão exigir-te o certificado internacional de febre-amarela. Há também risco de dengue (usa repelente) e recomenda-se hepatite A e tifóide conforme o itinerário.

Passaporte

Passaporte válido por, no mínimo, 6 meses na data de entrada. Podem pedir prova de voo de saída e de meios de subsistência.

A confirmar (não publicado como facto):

  • Estatuto de visto do passaporte angolano para entrada no Brasil — incerto; confirmar com o consulado brasileiro. (Cabo Verde, Guiné-Bissau, Nigéria, Gana e Senegal: visto necessário, confirmado.)

Chegada & Segurança

Aeroporto

São Paulo-Guarulhos (GRU) é o maior hub da América do Sul; o Rio tem o Galeão (GIG) e o Santos Dumont (SDU, doméstico, no centro). Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Salvador (SSA), Recife (REC) e Fortaleza (FOR) servem as regiões. O país é continental — voos domésticos (GOL, LATAM, Azul) poupam muitas horas.

Transporte à chegada

Usa apps de transporte — Uber, 99 (a app brasileira, muito popular) e Cabify — em vez de táxis de rua: o preço é fixo, rastreável e mais seguro. Nos aeroportos, pede o carro pela app a partir do ponto designado. Evita parar táxis na rua à noite. O metro serve São Paulo, Rio e Brasília.

Segurança

Nível 2 — Precaução reforçada (EUA), com risco de rapto

O Brasil é caloroso e seguro para o turista informado, mas pede cuidado: está em Nível 2 (EUA), com indicador de rapto. A regra de ouro é não dar “sopa” — anda discreto, sem joias, relógios caros ou telemóvel à vista na rua (o roubo de telemóvel é comum). Não entres em favelas por conta própria. Têm risco acrescido (evitar) as zonas a menos de 160 km das fronteiras terrestres — exceto os parques de Foz do Iguaçu e do Pantanal — e certos bairros à noite no Rio, São Paulo, Salvador e Recife. Com bom senso, milhões visitam sem problemas.

⚠️ Regras de fronteira mudam sem aviso. Confirma sempre na fonte oficial (consulado, migração, travel.state.gov, gov.uk, Portal das Comunidades) antes de viajar.

Dinheiro

Moeda: real brasileiro (R$, BRL). O Pix — pagamento instantâneo por telemóvel — domina o país, mas normalmente exige conta e CPF brasileiros; como turista, contas com cartão (contactless aceite quase em todo o lado) e leva algum numerário para feiras, praia e zonas rurais. ATMs comuns (usa os de bancos, à luz do dia). Evita as casas de câmbio do aeroporto.

Conectividade

Quatro operadores: Vivo (Telefónica, a maior), Claro, TIM e a renascida Oi. A cobertura 4G/5G é excelente nas cidades e boa no litoral; afasta-te para o interior e a Amazónia e o sinal rareia.

Chegar com dados ativos permite pedir Uber/99, abrir o mapa e — sobretudo — usar o WhatsApp, que no Brasil é tudo: táxi, restaurante, hotel, família. Um eSIM ativado antes de partir evita a burocracia do SIM local (que pede CPF) e funciona assim que aterras.

O WhatsApp é absolutamente central no Brasil — empresas, serviços e amigos comunicam por lá. A cobertura é forte no Rio, São Paulo, Brasília e capitais; mais fraca no interior, no Pantanal e na Amazónia, onde convém descarregar mapas offline. Wi-Fi gratuito comum em shoppings, hotéis e cafés.

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