Dicas práticas
Melhor época
Duas estações secas, ideais para safari: janeiro–fevereiro e junho–outubro. A Grande Migração chega ao Maasai Mara sobretudo entre julho e outubro (travessias do rio Mara). A costa (Mombasa, Diani, Lamu) é quente todo o ano; evita as chuvas longas de abril–maio.
Línguas
O suaíli (kiswahili) e o inglês são as línguas oficiais; o inglês é amplamente falado no turismo e nas cidades. Algumas palavras de suaíli abrem portas: “Jambo” (olá), “Asante” (obrigado), “Karibu” (bem-vindo) e o célebre “Hakuna matata” (sem problemas).
Etiqueta
Cumprimentar antes de pedir algo é importante, e os mais velhos merecem deferência. Pede sempre autorização antes de fotografar pessoas, sobretudo comunidades Maasai (muitas vezes esperam uma gorjeta combinada). Veste de forma mais discreta na costa swahili, de maioria muçulmana (Mombasa, Lamu, Malindi).
O que ver & cultura
Lugares
O Maasai Mara (palco da Grande Migração), Amboseli com a vista do Kilimanjaro, o Lago Nakuru e os flamingos, Tsavo e o Monte Quénia. Na costa: Mombasa (Forte Jesus), Diani Beach e a antiga cidade-ilha de Lamu, Património Mundial swahili.
Cultura
Mais de 40 grupos étnicos (Kikuyu, Luo, Luhya, Kalenjin, Maasai e outros) e uma forte herança swahili na costa. Berço de meios-fundistas de classe mundial; na música, o benga e a urbana gengetone marcam o presente. O atletismo é quase religião nacional.
Gastronomia
O nyama choma (carne grelhada) é o prato social por excelência; o ugali (massa de milho) acompanha quase tudo, com sukuma wiki (couve estufada). Na costa, a cozinha swahili brilha: biryani, pilau e caril de peixe com leite de coco. Chai com especiarias a qualquer hora.