Dicas práticas
Melhor época
A estação seca (junho a outubro) é a melhor para safari e praia. Para a Grande Migração no Serengeti há duas janelas fortes: janeiro–março (época de partos no Ndutu) e julho–outubro (travessias de rios a norte). Zanzibar é agradável quase todo o ano, evitando as chuvas longas de abril–maio.
Línguas
O suaíli (kiswahili) é a língua nacional e um forte fator de unidade; o inglês é amplamente usado no turismo e nos negócios. Algumas expressões abrem sorrisos: “Jambo” (olá), “Asante” (obrigado), “Karibu” (bem-vindo) e “Pole pole” (devagar, devagar — o ritmo do safari e da subida ao Kilimanjaro).
Etiqueta
A Tanzânia é culturalmente conservadora, e ainda mais no arquipélago muçulmano de Zanzibar: fora dos resorts e das praias, cobre ombros e joelhos (homens e mulheres), sobretudo em Stone Town. Pede autorização antes de fotografar pessoas, especialmente comunidades Maasai. Respeita as regras dos guardas nos parques e usa apenas operadores reputados.
O que ver & cultura
Lugares
As maravilhas naturais de África: o Serengeti e a cratera de Ngorongoro, o Tarangire e o Lago Manyara, o pico nevado do Kilimanjaro (o teto de África) e, na costa, Zanzibar — Stone Town (Património Mundial), as praias de Nungwi e Paje e as ilhas de especiarias.
Cultura
Enorme diversidade étnica (Maasai, Chagga, Sukuma e muitas outras) e uma herança swahili costeira que mistura influências africanas, árabes e indianas em Zanzibar. Na música, o bongo flava domina a África Oriental; a pintura tingatinga, com as suas cores vivas, é uma assinatura visual do país.
Gastronomia
O nyama choma (carne grelhada) e o ugali são a base do continente; o chipsi mayai (omelete de batata frita) é o petisco de rua por excelência. Na costa e em Zanzibar, a cozinha swahili brilha com caris de marisco perfumados a especiarias, pilau e o famoso “Zanzibar pizza”. Chai e café da região do Kilimanjaro.