Dicas práticas
Melhor época
A primavera (abril–junho) e o outono (setembro–outubro) são ideais: clima ameno, cidades menos sufocadas. O verão é quente e muito cheio (e em agosto muitos italianos fecham comércio para férias). O inverno é bom para cidades de arte e para os Alpes/Dolomitas.
Línguas
O italiano é a língua oficial; o inglês é falado em zonas turísticas mas menos fora delas. Um “buongiorno”, “grazie” e “per favore” fazem diferença. Há dialetos regionais fortes (napolitano, siciliano) que verás na vida quotidiana.
Etiqueta
O café tem regras: cappuccino só de manhã, e ao balcão paga-se menos do que sentado. As refeições têm horas (almoço 13h, jantar a partir das 20h) e ritmo longo. Veste-te bem — a “bella figura” conta. Cobre ombros e joelhos para entrar em igrejas (São Pedro, Duomo).
O que ver & cultura
Lugares
O Coliseu e o Fórum em Roma, o Vaticano e a Capela Sistina; os canais de Veneza; a Florença do Renascimento (Duomo, Uffizi, David); a Torre de Pisa; a Costa Amalfitana e Pompeia; e a Sicília com Taormina e o Etna.
Cultura
O berço do Império Romano e do Renascimento, com mais Património Mundial da UNESCO do que qualquer país. A arte, a ópera, o cinema (Fellini), a moda (Milão) e o desenho definem a identidade — tal como o orgulho regional, de Norte a Sul.
Gastronomia
A pizza napolitana, a pasta em mil formas (cada região com a sua), o risoto do norte, o gelato e o espresso. Come onde comem os locais, segue a época e a região, e termina com um limoncello ou um amaro. A cozinha italiana é Património da UNESCO.